Reconhecer um padrão de dependência emocional ou uma red flag disfarçada de cuidado exige informação de verdade, não conselho de amiga. Laura Felix constrói, desde a graduação em Psicologia, um trabalho sério sobre autoestima e relacionamentos, sendo direta sobre em que etapa da formação está hoje e o que ainda está por vir.
Conhecer o trabalho da Laura Saiba maisLaura está no meio da graduação em Psicologia na Estácio de Sá, em Niterói, com formatura prevista pra 2028, e é transparente sobre isso desde o primeiro contato. Cada etapa que ela cursa hoje, das disciplinas de psicopatologia às práticas supervisionadas que ainda estão por vir na grade, alimenta o conteúdo que ela produz pra ajudar mulheres a reconhecerem padrões de dependência emocional antes que o estrago cresça.
Todo material que Laura constrói parte da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem com décadas de evidência sobre como os pensamentos automáticos moldam o que a gente sente, faz e acredita sobre o próprio valor, que é a base da autoestima. Por isso, quando ela fala em ruminação ansiosa (aquele pensamento que fica girando na cabeça, repetindo a mesma preocupação sem parar) ou no ciclo do abuso (o vai e volta de tensão, explosão e reconciliação que prende a pessoa na relação), não é opinião solta: é conceito com sustentação clínica reconhecida.
O foco de Laura é ajudar mulheres a identificar sinais como o love bombing (aquele excesso de presentes, elogios e promessas logo no início, que cria dependência em vez de demonstrar amor de verdade) e o gaslighting (quando alguém distorce os fatos até você duvidar da própria memória e achar que a culpa é sempre sua), antes que esses padrões corroam a autoestima. Ela afia esse olhar treinando a leitura de situações reais e devolvendo pra quem lê a mesma pergunta: isso é cuidado ou é controle?
Laura traduz o conceito técnico numa linguagem que qualquer mulher entende, sem precisar ter cursado Psicologia pra acompanhar. Quando cita apego ansioso, por exemplo, ela mostra o que aquilo parece no dia a dia: o medo de mandar mensagem demais, ou a ansiedade que aperta quando o parceiro demora pra responder.
Laura cursa Psicologia na Universidade Estácio de Sá, em Niterói, com previsão de formatura em 2028, e acompanha de perto as disciplinas ligadas a emoção e comportamento humano. É esse percurso acadêmico, ainda em construção, que sustenta cada conteúdo que ela publica sobre relacionamentos difíceis.
Dentro da grade e em estudos complementares, Laura se dedica à TCC pra entender como as distorções de pensamento alimentam ciclos de dependência emocional e de ruminação ansiosa. Esse embasamento é o que dá consistência ao material dela e afasta a dica solta, sem lastro.
No Instagram @lauragfelix, Laura transforma conceito técnico em conteúdo prático, ajudando mulheres a dar nome ao que sentem diante de gaslighting, love bombing ou apego ansioso. Cada publicação nasce de uma pergunta real que ela recebe ou observa, sempre traduzida pra uma linguagem acessível.
Quem quiser trocar uma ideia, sugerir um tema ou entender melhor o trabalho pode chamar Laura no WhatsApp ou escrever pra [email protected]. Ela responde pessoalmente e, como ainda não atende clinicamente, aponta os melhores caminhos de conteúdo e informação conforme o assunto de quem procura.
Recebido! Em breve entramos em contato.
Algo deu errado, tenta de novo.
Ainda não. Laura é graduanda em Psicologia pela Estácio de Sá, em Niterói, com formatura prevista pra 2028, e por enquanto concentra o trabalho em produzir conteúdo educativo sobre relacionamentos e autoestima. Quando a formação avançar e ela tiver o registro profissional, vai abrir uma lista de espera para atendimento futuro e avisar isso com clareza nos canais dela.
Dependência emocional é quando o bem-estar fica quase todo condicionado à aprovação, à presença ou ao humor do parceiro, a ponto de as decisões do dia a dia passarem pelo filtro de 'como ele vai reagir'. Alguns sinais comuns são a dificuldade de ficar sozinha sem culpa, o medo constante de abandono e a perda aos poucos de interesses e amizades. São padrões pra observar com carinho, não um rótulo: só um profissional pode avaliar cada caso.
Red flag é um padrão que se repete e fere o respeito, a autonomia ou a segurança, como controlar a roupa que você veste, afastar você dos amigos ou transformar ciúme em vigilância. Já a implicância normal é um desconforto pontual, que se resolve numa conversa e não vira estratégia de poder. A chave está em olhar pra frequência e pra intenção por trás do comportamento.
A Terapia Cognitivo-Comportamental parte da ideia de que os pensamentos automáticos influenciam direto o que a gente sente e faz, e isso encaixa bem no trabalho de identificar padrões dentro de um relacionamento. Não existe abordagem certa ou errada, cada linha teórica tem o seu valor, mas foi na TCC que Laura encontrou a estrutura que mais faz sentido pro tipo de conteúdo que ela quer produzir.
O canal mais direto é o Instagram @lauragfelix, onde ela publica quase toda semana sobre relacionamentos, autoestima e saúde emocional. Também dá pra chamar no WhatsApp ou escrever pra [email protected], seja pra tirar uma dúvida, sugerir uma pauta ou falar de parceria.
Não. O conteúdo dela tem função educativa: ajuda a reconhecer padrões e a reunir vocabulário pra entender o que se sente, mas não substitui o acompanhamento com um profissional já formado e registrado no CRP. Quem estiver passando por um sofrimento intenso ou por uma situação de risco deve procurar atendimento psicológico com um profissional habilitado o quanto antes.
A expectativa é que, depois da formatura e do registro profissional, ela possa ampliar a atuação para o atendimento clínico dentro da TCC, sempre com o mesmo foco em relacionamentos e reconstrução de autoestima. Até lá, quem tiver interesse vai poder entrar numa lista de espera, e o trabalho segue sendo de conteúdo e educação em saúde emocional, sem nenhuma promessa de atendimento antecipado.